Quarenta e cinco

Faz tempo que não me sento para escrever, ando me alienando do mundo, percebo. Não escrevo, não leio, não vivo. Será que existo? É uma pergunta válida nesses dias de nada. Não me resta tristeza, alegria, agonia. São vazios inexistentes de emoção. Como poderei religar-me a esse mundo, juntar as pontas soltas, recomeçar. Parece que tudo se apagou. Parece… não aparece… nada é.

Quando do pó poderei voltar a me reerguer e da névoa me desprender? 

4 comentários em “Quarenta e cinco

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