Quarenta e três

The last hour – Elliott Smith

Nunca gostei muito de setembro, é um mês seco, de ventos quentes que cortam a pele. Mas esse setembro veio para me surpreender, não positivamente. E olha que várias coisas já aconteceram nesse ano, mas setembro ganha o título de pior mês do ano ainda que em sua metade. 

Estou me sentindo meio paranoica hoje, isso pode contribuir. É um daqueles dias que se pergunta se foi sonho ou realidade. Se as pessoas te acham loucas. Ou se você realmente é. Coisas assim… 

Não sei como escrever isso. A verdade é que não quero escrever sobre o que está acontecendo. O problema é que não consigo pensar em outra coisa, tirar isso da cabeça. O que fazer? É a pergunta que não paro de evitar, me distraindo com coisas banais. Me prendo nesse sentimento de inutilidade, de hoje não deixa pra amanhã. Com uma voz ao fundo dizendo pode não ter amanhã. E mesmo assim continuo, persisto, no nada. 

Me sento e dou play no próximo programa… uma xícara de café… mais um dia… mais um… 

2 comentários em “Quarenta e três

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